terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

CLEMÊNCIA







Se nas minhas poéticas revoadas loucas,
tenho a ousadia de demonstrar
minhas emoções.
Então que seiva impotente
permeia meu atual viver?
Se num bocejar preguiçoso entro em divagações.
Pergunto ao meu futuro onde
coloquei meus amores?
E nas dobras sedosas testemunhas
mudas de dissabores.
Soergue-se para clamar na escuridão,
a ternura dos nossos momentos
que numa entrega total,
vivemos instantes de amores.
E em clemente grito digo ao tempo!
Que um só amor eu escolhi viver.
Jamais banal foi o traçado de o meu escolher.
Não mais sozinha caminharei.
Se o desejo do fundo do meu coração,
é partilhar todas as horas;
principalmente as da solidão.
Então agradeço esse dom que numa
poesia em verso ou trova,
dedico a você para sempre
o meu coração.
Talvez as pessoas não nos entendam.
Mas o que vale nessa luta,
é juntarmos nossa solidão e
compartilharmos muitos amores...

AUTORA:
FLAVY RIBEIRO




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